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Presidente Rodrigo Spada é eleito 1º vice-presidente da Febrafite

16 de março de 2018 Classista

O presidente da Afresp, Rodrigo Keidel Spada, foi empossado 1º vice-presidente da Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite). A nomeação foi oficializada pelo Conselho Deliberativo da Federação durante cerimônia de posse da nova diretoria, nesta sexta-feira (16), em Fortaleza (CE). De acordo com o estatuto da entidade, os novos membros devem cumprir seus mandatos de 2018 a 2020.

Além da indicação de Spada, Juracy Soares, auditor fiscal da Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará e presidente da Auditece, foi nomeado o próximo presidente a conduzir a Febrafite até 2020. Soares substituirá o auditor fiscal do Rio Grande do Sul Roberto Kupski, que deixará o cargo após 16 anos consecutivos de trabalhos à frente da Federação.

Conheça a trajetória de Rodrigo Spada

Reeleito em seu segundo mandato (2018-2020), Spada já esteve à frente da Associação entre 2015 e 2017, além de ter exercido o cargo de 2º vice-presidente da Febrafite de 2016 a 2018.

Natural de São Paulo, Spada é formado em Engenharia de Produção pela UFSCar e Direito pela Unesp. Cursou Especialização em Economia, Finanças e Marketing na USP, de São Carlos. Nomeado Agente Fiscal de Rendas em 2006, atuou na Fiscalização Direta de Tributos em Ribeirão Preto (SP) e como Encarregado de Serviço Interno em Franca (SP).

Conheça a Febrafite

A valorização dos Auditores Fiscais, carreira típica de Estado responsável pela tributação, arrecadação e fiscalização dos impostos, é uma pauta permanente da Febrafite. A cada três meses, a organização reúne seu Conselho Deliberativo para debater as ações realizadas neste período.

A Federação também atua na busca incessante pela aprovação de uma reforma tributária justa, transparente e de qualidade. O modelo defendido pela entidade compreende a adoção de um novo pacto federativo entre União, Estados e Municípios.

A entidade ainda defende alterações no texto constitucional para adaptação às modernas práticas já adotadas pelas Administrações Tributárias de países como Japão e Canadá e alinhadas ao modelo tributário sobre bens e serviços: o IBS.

Também sugere que seja implantado o Imposto sobre Circulação de Mercadorias Personalizado (ICMS-P), modelo em discussão na Receita Estadual do Rio Grande do Sul. A proposta prevê a devolução do imposto aos consumidores de baixa renda.

Fonte: Afresp, com informações da Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais
Crédito foto: Íris Imagem/Divulgação Febrafite

 

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